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Lula convoca os brasileiros para restaurar a democracia e reconstruir o Brasil

Ex-presidente participou do lançamento do Movimento Juntos Pelo Brasil, na manhã deste sábado. Lula reforçou o compromisso de fazer o Brasil voltar a ser o país dos brasileiros

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“Fui vítima de uma das maiores perseguições políticas e jurídicas da história deste país, fato reconhecido pela Suprema Corte Brasileira e pela Organização das Nações Unidas”, afirmou o ex-presidente Lula (PT) em seu discurso no lançamento do Movimento Juntos pelo Brasil, realizado no Expo Center Norte, em São Paulo, manhã deste sábado (7), se referindo a farsa processual montada pelo ex-juiz Sérgio Moro, que o condenou à prisão, sem crime e sem prova.

“Mas não esperem de mim ressentimentos, mágoas ou desejos de vingança. Primeiro, porque não nasci para ter ódio, nem mesmo daqueles que me odeiam”, continuou o petista que falou de reconstrução, de esperança e de um Brasil para todos os brasileiros, como a maioria dos convidados do evento, entre eles o presidente Nacional da CUT, Sérgio Nobre, que falou sobre as prioridades do próximo presidente neste dia que considerou histórico, e o o ex-ministro-chefe da Casa Civil, Gilberto Carvalho, que se referiu as eleições deste ano como “uma batalha duríssima, mas vitoriosa”.

E a batalha será dura mesmo, como disse o ex-presidente, porque é preciso restaurar a democracia e reconstruir o país.

Na abertura do evento, a história da trajetória do Brasil com Lula na presidência foi relembrada, desde sua eleição em 2002 até os momentos mais sombrios de sua vida quando sua liberdade e direitos políticos foram caçados e o ex-presidente foi cruelmente perseguido pelo extremismo da direita e por parte da Justiça e da mídia nacional. A maior campanha de mentiras já promovida contra um líder popular foi lembrada com imagens da vigília Lula Livre naqueles 580 dias de prisão arbitrária na Superintendência da Polícia Federal em Curitiba, um tempo em que os brasileiros, assim como Lula, não abriram mão de lutar para provar a inocência do melhor presidente da história do país, como constataram várias pesquisas.  

Após a transmissão do vídeo do ex-governador Geraldo Alckmin (PSB), que será vice de Lula na chapa e não comparecu porque contraiu Covid-19, e acompanhando pelas lideranças dos partidos, centrais e movimentos que se uniram pelo Brasil,  o ex-presidente começou seu pronunciamento abrindo o coração para reafirmar a sua missão de reconstruir o Brasil e devolver o sonho de um futuro melhor aos brasileiros e brasileiras.

“É para conduzir o Brasil de volta para o futuro, nos trilhos da soberania, do desenvolvimento, da justiça e da inclusão social, da democracia e do respeito ao meio ambiente, que precisamos voltar a governar este país”, disse o ex-presidente, após detalhar a situação atual do país e reforçar que a soberania do Brasil é ponto chave na retomada do desenvolvimento.

Além das forças políticas que já fazem parte do movimento, Lula conclamou todos aqueles que defendem a democracia do país a se unirem nessa luta para combater e derrotar o extremismo que assolou o país com o governo de Jair Bolsonaro (PL).

“Queremos unir os democratas de todas as origens e matizes, das mais variadas trajetórias políticas, de todas as classes sociais e de todos os credos religiosos para enfrentar e vencer a ameaça totalitária, o ódio, a violência, a discriminação, a exclusão que pesam sobre o nosso país”, disse Lula em seu discurso.

O ex-presidente lembrou de alguns dos princípios que nortearam sua atuação no comando do país. Um deles, artigo raro hoje em dia, é o diálogo, não somente entre as instituições democráticas do país (os poderes Executivo, Legislativo e Judiciário), mas também com a sociedade. Nos governos de Lula e Dilma, a participação popular foi base para a formulação de inúmeras políticas públicas que beneficiaram milhões de pessoas.

“Quando governamos o país, o diálogo foi a nossa marca registrada [...]E agora precisamos de novo mudar o Brasil. Vamos precisar convocar tudo outra vez. Chamar todas as pessoas”, disse.

O sonho de Lula e do povo brasileiro

Ao tomar posse na presidência da República, em 2003, Lula afirmou que se, ao final se seu mandato, se todos os brasileiros tivessem condições de ter ao menos três refeições diárias, ele teria cumprido a missão da sua vida. No governo Lula o Brasil saiu do Mapa da Fome. Depois do golpe voltou ao triste ranking da pobreza e da desgraça do povo.

Com o Brasil e volta ao mapa da fome, sofrendo com o desemprego e falta de renda, com milhões de brasileiros sem expectativa de uma melhora nas condições de vida, Lula se vê, novamente, diante do mesmo desafio.

“Tudo o que fizemos e o povo brasileiro conquistou está sendo destruído pelo atual governo. O Brasil voltou ao Mapa da Fome da ONU, de onde havíamos saído em 2014, pela primeira vez na história. É terrível, mas não vamos desistir, nem eu nem o nosso povo. Quem tem uma causa jamais pode desistir da luta” disse Lula.

Para realizar esse sonho do Brasil, cumprir essa missão, Lula diz que um presidente, um governante, precisa ter empatia, “ter a capacidade de viver em sintonia com as aspirações e os sentimentos das pessoas, especialmente das que mais precisam".

Citando esses sentimentos, Lula falou da alegria com a melhora da qualidade de vida do povo, com as conquistas como a casa própria e a realização do sonho de ver o filho se tornar doutor depois de ter acesso à universidade.

“Mas não basta ao bom governante sentir como se fossem suas as conquistas do povo sofrido. Para governar bem, ele precisa ter também a sensibilidade de sofrer com cada injustiça, cada tragédia individual e coletiva, cada morte que poderia ser evitada. Infelizmente, nem todo governante é capaz de entender, sentir e respeitar a dor alheia”, disse Lula.

Soberania

De maneira propositiva, Lula apontou questões que precisam ser retomadas de forma urgente. Após o golpe de 2016 contra a presidenta Dilma Rousseff, conforme a CUT e forças democráticas já afirmavam, a democracia e a soberania estariam sob ataque, assim como os direitos sociais e trabalhistas. Com o governo Bolsonaro, essa ofensiva foi intensificada e, pior, com autoritarismo.

“O artigo 1° da nossa Constituição enumera os fundamentos do Estado Democrático de Direito. E o primeiro fundamento é justamente a soberania. No entanto, a nossa soberania e a nossa democracia vêm sendo constantemente atacadas pela política irresponsável e criminosa do atual governo.  Ameaçam, desmontam, sucateiam, colocam à venda nossas empresas mais estratégicas, nosso petróleo, nossos bancos públicos, nosso meio ambiente”, disse Lula.

O ex-presidente elencou os principais ataques, entre eles a entrega do patrimônio público, das nossas riquezas naturais, da destruição do meio ambiente e à falta de garantia de direitos fundamentais como à alimentação, bom emprego, salário justo, direitos trabalhistas e acesso à saúde e educação”.

Lula defendeu também a integração da região – países da América do Sul, América Central e Caribe, fortalecendo Mercosol, UnaSUL e os BRICS.

Ainda sobre o tema da soberania Lula pontou os constantes aumentos de preços em alimentos e produtos, serviços como a energia elétrica e, em especial, os combustíveis, reiterando que a Petrobras deveria voltar a ser uma grande empresa nacional a serviço do povo brasileiro e não de seus acionistas.

Para Lula, soberania também passa pelo cuidado com a geração de energia elétrica. Por isso, citou a tentativa de privatização da Eletrobras como mais uma das frentes de ataque ao Brasil

“Perder a Eletrobrás é perder Chesf, Furnas, Eletronorte e Eletrosul, entre outras empresas essenciais para o desenvolvimento do país. É perder também parte da soberania sobre alguns dos nossos principais rios, como o rio Paraná e  o São Francisco. É dizer adeus a programas como o Luz para Todos, responsável por trazer para o século 21 cerca de 16 milhões de brasileiros que antes viviam na escuridão”, disse o ex-presidente.

E, para o povo brasileiro, no dia a dia, é “aumentar ainda mais a conta de luz, que hoje já pesa não apenas no bolso do trabalhador, mas também no orçamento da classe média”.

Além disso, Lula defendeu os bancos públicos que são fundamentais para dar crédito barato “a quem quer produzir e gerar empregos”; a agricultura familiar que produz 70% dos alimentos que vão à mesa dos brasileiros todos os dias; investimentos em saneamento; e um atenção especial à educação.

Para ele, é inadmissível que um país trate com descaso as universidades, persiga professores e cientistas e corte recursos para o setor – tudo o que o governo atual tem feito.

Lula terminou reafirmando que o caráter do Movimento Juntos Pelo Brasil.  “Mais do que um ato político, essa é uma conclamação. Aos homens e mulheres de todas as gerações, todas as classes, todas as religiões, todas as raças, todas as regiões do país. Para reconquistar a democracia e recuperar a soberania”, disse.

Frases de Lula

Em um discurso claro, sincero e objetivo Lula deu o tom da conversa para indicar o motivo da criação do movimento em torno de sua candidatura, ou seja, reconstruir o Brasil, o que para milhões de brasileiros significa sobrevivência em um país onde se possa ter uma expectativa de futuro, ter emprego, ter o que comer.

E, em sua fala, alguns pontos se destacam. São frases marcantes, que neste momento crítico do país, em um ano de eleições que vão definir esse futuro almejado pelos brasileiros, se tornam históricas. O PortalCUT separou algumas delas.

A luta

“A causa pela qual lutamos é o que nos mantém vivos, é o que renova nossas forças e nos rejuvenesce. Sem uma causa, a vida perde o sentido. Eu e todos nós que estamos juntos nessa hora, temos uma causa: restaurar a soberania do Brasil e do povo brasileiro.” 

Emprego

“Este país precisa voltar a criar oportunidades, para que as pessoas possam viver bem, melhorar de vida e tornar seus sonhos realidade”

Educação

“Não haverá soberania enquanto a educação continuar a ser tratada como gasto desnecessário, e não como investimento essencial para fazer do Brasil um país desenvolvido e independente”.  

Saúde

“Não fossem o SUS e os corajosos trabalhadores e trabalhadoras da saúde, a irresponsabilidade do atual governo nessa pandemia teria custado ainda mais vidas”

Cultura

"Não haverá soberania enquanto o atual governo continuar tratando a cultura e os artistas como inimigos a serem abatidos, e não como geradora de riqueza para o país e um dos maiores patrimônios do povo brasileiro."

Democracia

"É para conduzir o Brasil de volta para o futuro, nos trilhos da soberania, do desenvolvimento, da justiça e da inclusão social, da democracia e do respeito ao meio ambiente, que precisamos voltar a governar este país."

Ideologia

"Dizia o nosso querido Paulo Freire: 'É preciso unir os divergentes, para melhor enfrentar os antagônicos'”.

Atuação

"Mas não esperem de mim ressentimentos, mágoas ou desejos de vingança. Primeiro, porque não nasci para ter ódio, nem mesmo daqueles que me odeiam. Mas também porque a tarefa de restaurar a democracia e reconstruir o Brasil exigirá de cada um de nós um compromisso de tempo integral." 

Conflito entre os poderes

"É imperioso que cada um volte a tratar dos assuntos de sua competência. Sem exorbitar, sem extrapolar, sem interferir nas atribuições alheias." 

Autoritarismo

"Queremos voltar para que ninguém nunca mais ouse desafiar a democracia. E para que o fascismo seja devolvido ao esgoto da história, de onde jamais deveria ter saído."

Povo

"É preciso mais do que governar – é preciso cuidar. E nós vamos outra vez cuidar com muito carinho do Brasil e do povo brasileiro."

O que é o movimento Juntos Pelo Brasil

"O Movimento Juntos Pelo Brasil é uma ação que reúne partidos políticos (PT, PSB, PCdoB, Solidariedade, PSOL, PV e Rede), centrais sindicais (CUT, Força, UGT, CTB, NCST, Intersindical Central da Classe Trabalhadora e Pública Central do Servidor), além de movimentos sociais e personalidades do meio artístico, acadêmico, jurídico e religioso em torno da pré-candidatura de Lula à presidência da República."

 

Texto: Andre Accarini - CUT Brasil

Foto: Roberto Parizotti/CUT Brasil

 

 

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Dia Internacional do Trabalhador volta às ruas em 2022

Em defesa do emprego, direitos, democracia e pela vida, atos estão sendo organizados em todo o Brasil. Em São Paulo, CUT e centrais farão grande evento durante todo o dia 1° de maio na Praça Charles Muller

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Este ano, os eventos do 1° de Maio, Dia Internacional do Trabalhador, voltam a ser presenciais, depois de dois anos da pandemia que matou mais de 662 mil brasileiros – muitos morreram por falta da vacina que o governo de Jair Bolsonaro (PL) demorou a comprar.

Em São Paulo, o ato será unitário e vai reunir a CUT e as centrais, Força Sindical, CTB, UGT, NCST, Intersindical - Central Da Classe Trabalhadora, e Publica, na Praça Charles Muller (Pacaembu), a partir das 10h da manhã. A expectativa é de que 100 mil pessoas passem pela praça durante todo o dia. Além de Daniela Mercury, já estão confirmadas as presenças de Leci Brandão, Francisco El Hombre, Dexter e DJ KL Jay. Outras atrações e intervenções serão divulgadas posteriormente.

O evento será transmitido ao vivo para todo o Brasil pelo portal e redes da CUT (@CUTBrasil), centrais sindicais e pela TVT, nas redes sociais (@RedeTVT).

TVT também transmitirá em sinal aberto pela TV, em São Paulo, no canal 44.1 e no ABC pelo canal 512 da Net.

Além de São Paulo, a programação do Dia Internacional do Trabalhador inclui eventos em diversas cidades onde atos estão sendo organizados.

1° de Maio em 2022

Sem nada a comemorar pelo menos desde o golpe de 2016, que destituiu a presidenta Dilma Rousseff e impôs aos trabalhadores uma agenda de retirada de direitos previdenciários (com a reforma Previdenciária de Bolsonaro, aprovada em 2019) e a trabalhista do ilegítimo Michel Temer (MDB-SP), a data será de reflexão sobre o mundo do trabalho e também de luta contra os ataques aos direitos.

Recentemente, as centrais sindicais divulgaram a Pauta da Classe Trabalhadora, documento unitário das centrais aprovado na Conferência da Classe Trabalhadora 2022 (Conclat-2022), em 7 abril, com 63 reivindicações e propostas que vão orientar os debates do dia 1º de Maio.

Entre as propostas estão desenvolvimento sustentável com geração e emprego e renda. Emprego decente, afirmam os sindicalistas. Isso porque, além das altas taxas de desemprego, os trabalhadores sofrem com empregos precários sem carteira assinada e a informalidade que disparou depois de 2016.

A preocupação não é só com trabalhadores formais, os sindicalistas querem assistência, proteção social e direitos trabalhistas para categorias como os motoristas de aplicativos, ‘profissão’ que cresceu durante a pandemia, muito em função da migração de profissionais desempregados de outras áreas. Ou seja, trabalhadores que ficaram sem renda e sem emprego por falta de uma política de proteção do Estado, por falta de investimentos públicos.

Democracia acima de tudo

Neste 1° de Maio, a classe trabalhadora também leva às ruas o grito por democracia, duramente atacada pelo governo Bolsonaro como forma de cercear direitos dos trabalhadores, além de ser estratégia para se perpetuar no poder. Bolsonaro já fez diversos ataques às instituições democráticas brasileiras como o Supremo Tribunal Federal (STF) e à própria urna eletrônica, principal instrumento do povo brasileiro para exercer cidadania, suscitando dúvidas sobre sua segurança e, com isso, dúvidas também sobre ele querer dar um golpe e cancelar as eleições.

“A democracia é o regime que mais protege o povo. Em todos os regimes de exceção quem mais sofreu foi a classe trabalhadora porque os golpes sempre têm uma motivação civil, de interesse da elite econômica. É por isso que nós sempre vamos defender a democracia com todas as nossas forças”, diz Vagner Freitas, vice-presidente da CUT.

Para o dirigente, o que incomodou a elite e resultou no golpe foi a trajetória de ascensão econômica e social proporcionada pelas políticas públicas implementadas pelo governo do ex-presidente Lula.

“Toda vez que o povo sobe um degrau na escala da ascensão social, como ocorreu nos governos de Getúlio Vargas e Lula, a elite ataca a democracia para retirar direitos do povo”, afirma o vice-presidente da CUT.

Por isso, destaca, a importância deste 1° de Maio: “Estamos em um ano atípico, de tudo ou nada, e é a classe trabalhadora que tem a voz e o poder de mudar a situação que vivemos. Este 1° de Maio é um marco porque depois de muito tempo de isolamento, o povo estará nas ruas novamente e será o nosso recado de que venceremos a batalha contra o ataque aos nossos direitos”, conclui Vagner Freitas, em uma referência às eleições de outubro deste ano que vai escolher no novo presidente da República. 

O evento

Se por um lado, o Dia 1° de Maio é uma data de consciência política, por outro é de celebração, mas também com essa característica. Assim como todas as expressões artísticas de grandes nomes (como Chico Buarque, Caetano e Gilberto Gil), durante a ditadura militar no Brasil (1964-1985) levavam música, poesia e conscientização à população, este ano, o 1° de Maio também vai trazer ao público shows de artistas engajados na luta pela democracia, como Daniela Mercury e Leci Brandão, entre outros.

Outras atrações e intervenções culturais serão divulgadas posteriormente.

Convocação

Nesta terça-feira (19), a partir das 10h, a CUT e centrais estarão na Praça Ramos de Azevedo (Teatro Municipal), na capital paulista, entregando panfletos à população, alusivos ao 1° de Maio no Pacaembu, com todas informações como horários e atrações. 

Texto de André Accarini/CUT

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Associação dos Vidreiros Aposentados lamenta a morte do companheiro José Mota

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Foi com imensa tristeza que a Diretoria recebeu a notícia da morte do companheiro José Ferreira Mota, aos 73 anos, vítima de um AVC, nesta quinta-feira, 7 de abril.

Mota era integrante do Conselho Fiscal Efetivo da Associação pelo segundo mandato. Nascido em 6 de fevereiro de 1949, aposentou-se como vidreiro na empresa Saint Gobain.

O sepultamento será na sexta-feira, dia 8, às 10h, no Cemitério Parque Jaraguá, na Rodovia Anhanguera, no km 23.

À família de Mota, amigas e amigos, expressamos nosso profundo pesar e solidariedade neste momento de luto.

Vidreiro José Ferreira Mota, presente!

Mota (último à esquerda) durante participação no Congresso dos Vidreiros, em 2021

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Trabalhadores da AGC Vidros aprovam PPR após intensa negociação do Sindicato

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Os vidreiros e as vidreiras da AGC Vidros, em Guaratinguetá, no interior de São Paulo, aprovaram a proposta de PPR (Programa de Participação de Resultados) negociada entre o Sindicato, a Comissão de Trabalhadores e a empresa. A assembleia com a categoria ocorreu nos três turnos de trabalho, entre quinta (24) e a manhã da última sexta-feira (25).

Na proposta aprovada, os trabalhadores irão receber em abril deste ano o valor de R$ 5.000,00, mais a antecipação de 10%, totalizando R$ 5.500,00.

A PPR da AGC é resultado de várias negociações. Há meses, o Sindicato tem se reunido com os representantes da empresa para se chegar a um valor entendido como razoável.

Desde a primeira reunião na Mesa de Negociação foram apresentadas as metas, com pagamento da PPR proporcional para os novos trabalhadores contratados e antecipação da primeira parcela em 50%.

As propostas iniciais apresentadas pela AGC foram rejeitadas pelos trabalhadores em assembleias – o valor da 4ª rodada de negociação estava em R$ 4.450,00, mais meta bônus de R$ 550,00. Com a rejeição, a empresa teve de reabrir as negociações, quando o Sindicato e a Comissão de Trabalhadores fizeram uma contraproposta de valores e a empresa aceitou.

A conquista dos vidreiros e das vidreiras da AGC só foi possível graças à mobilização da categoria, que atendeu a todos os chamados do Sindicato para permanecerem unidos e participando das assembleias realizadas na porta da fábrica.

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Em encontro no Sindicato, mulheres discutem direitos no trabalho e participação na política

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Roda de conversa celebrou o Mês Internacional de Luta das Mulheres e teve as presenças da vereadora Ana Nice (PT-SBC) e da vice-presidenta do PT em São Bernardo, Iara Bento

Para refletir e celebrar a data, a subsede no ABC do Sindicato dos Vidreiros realizou, em 11 de março, uma roda de conversa para discutir o papel da mulher na sociedade, a luta por direitos no mundo do trabalho e a participação feminina na política.

A atividade foi realizada em dois períodos para que companheiras de diferentes turnos de trabalho pudessem participar. Na roda de conversa da manhã, a convidada foi a vereadora de São Bernardo do Campo, Ana Nice (PT), que falou, entre outros assuntos, sobre a presença de mulheres nos espaços de poder, que ainda é muito baixo.

Já na parte da tarde, o debate foi conduzido pela vice-presidenta do diretório municipal do PT de São Bernardo do Campo, Iara Bento. A dirigente falou sobre o assédio e a violência enfrentada pelas mulheres no país, tanto no mundo do trabalho como nos demais espaços da sociedade, inclusive, dentro da própria casa.

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Dados da última pesquisa “Visível e Invisível: a vitimização de mulheres no Brasil”, do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, mostram que uma em cada quatro mulheres acima de 16 anos diz ter sofrido algum tipo de violência ou agressão em 2020. E praticamente metade dos casos ocorreu dentro de casa, com 73% dos agressores sendo próximos da vítima, como maridos e namorados.

As duas convidadas reforçaram sobre a necessidade de aumentar a participação das mulheres nos espaços políticos. Apesar de ser maioria no país – 52%, de acordo com o IBGE, a população feminina sequer alcança um terço dos cargos de poder. Nas eleições de 2018, somente 16% das candidaturas eleitas no Brasil eram mulheres.

As participantes pontuaram que, nas eleições deste ano, é preciso não somente garantir a ampliação da representatividade feminina, mas cobrar das candidaturas masculinas o compromisso com a pauta de gênero.

Também foi consenso que para a Presidência da República, somente o retorno de um mandato democrático e popular fará com que o país avance em políticas públicas de fortalecimento das mulheres, já que o governo de Jair Bolsonaro (PL) retrocedeu nas políticas desse campo. Em 2022, o orçamento da área sofreu um corte de 33% em relação a 2021, ano em que já havia tido uma redução nos investimentos, prejudicando ações de enfrentamento à violência de gênero e enfraquecimento da rede de apoio e acolhimento às mulheres.

Junto com a CUT (Central Única dos Trabalhadores), o Sindicato também cobra que o governo brasileiro adote imediatamente a Convenção 190 da Organização Internacional do Trabalho (OIT), que define padrões legais e éticos para combater todo tipo de violência e assédio nos locais de trabalho. Essa medida irá reduzir o número de casos de ataques às mulheres, ajudando a reparar parte da desigualdade que elas sofrem no mundo do trabalho, como o salário menor em relação aos homens, mesmo exercendo a mesma função.

Na categoria vidreira, por exemplo, as mulheres ganham 20% a menos do que os homens. O salário médio da mulher vidreira, no final de 2019, foi de aproximadamente R$ 2.600,00, enquanto que o salário de um homem vidreiro foi de R$ 3.225,00.

Denuncie!

Caso você, mulher, esteja vivendo ou conhece alguma companheira vivendo numa situação de violência, faça a denúncia ligando no Disque 180 ou na Polícia 190. Existe uma rede de apoio que irá ajudar a sair desse relacionamento abusivo e perigoso. Se sofreu abuso ou assédio no trabalho, procure o nosso Sindicato para fazer a denúncia. Estamos ao seu lado! 

Confira a transmissão da atividade com a participação da vereadora Ana Nice (PT-SBC):

Confira a transmissão da atividade com a participação da vice-presidenta do PT-SBC Iara Bento:

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Sindicato oferece serviço para declaração de imposto de renda 2022

Ação será de 8 de março e 29 de abril, na sede da entidade no Brás; Sócios têm desconto na assessoria

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Como todos os anos, os vidreiros e as vidreiras do Estado de São Paulo podem contar com a ajuda do Sindicato para fazerem a declaração do imposto de renda 2022.

O serviço estará disponível na sede do Sindicato, no Brás, a partir de 8 de março, e funcionará de terça a sexta-feira, mediante agendamento prévio.

Para os sócios e as sócias do Sindicato dos Vidreiros do Estado de São Paulo, o valor do serviço terá o custo de R$ 70 reais. Não associados também podem utilizar a assessoria, mas o valor ficará em R$ 100 reais.

Neste ano, o prazo de entrega será menor, até 29 de abril, de acordo com a Receita Federal. Por isso, é importante se programar o quanto antes.

Quanto mais rápido for feita a entrega da declaração, mais chances o contribuinte terá de entrar nos primeiros lotes para receber a restituição de valores.

Devem fazer a declaração do imposto de renda todos aqueles que receberam rendimentos tributáveis superiores a R$ 28.559,70 em 2021. O trabalhador deve somar todos os holerites do ano passado e conferir se chega nesse valor total.

ATENDIMENTO:

De terça a quinta-feira, das 8h30 às 13h30

Às sextas-feiras, das 13h às 17h

Sede do Sindicato: Avenida Rangel Pestana, nº 1189 – Brás – São Paulo (SP)

Informações: (11) 3312-7777

 

DOCUMENTOS NECESSÁRIOS:

- Informe de rendimentos (a empresa para a qual trabalha faz a entrega desse documento)

- CPF

- RG

- Título de eleitor

- Comprovante de Residência

- Nome completo, data de nascimento e CPF de todos os dependentes (inclusive cônjuge)

- Comprovantes de gastos com saúde e educação no corrente ano de 2021, cujo CPF do declarante foi utilizado.

- Recibo da última declaração do imposto de renda (caso tenha feito)

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Contribuição sindical: ajude a fortalecer o Sindicato dos Vidreiros na luta pelos direitos

Trabalhadores e trabalhadoras podem fazer a contribuição diretamente na folha de pagamento; mas é preciso assinar autorização no RH da empresa até o fim de abril

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Entre os tantos ataques criados com a reforma Trabalhista, que só aumentou o desemprego e a pobreza, veio o fim da contribuição do imposto sindical, pensado como uma forma de enfraquecer e até acabar com os sindicatos – o grande desejo dos patrões.

Mas isso não aconteceu, pois ao passar do tempo, os trabalhadores foram percebendo que somente o sindicato é capaz de fazer a luta para garantir os direitos. No entanto, fazer esse enfrentamento tem custos.

Por isso, o Sindicato dos Vidreiros do Estado de São Paulo vem pedir apoio aos vidreiros e vidreiras que entendem a importância de deixar nossa entidade mais forte. Apesar de não ser mais obrigatório, os trabalhadores podem solicitar à empresa, até o fim de abril, o desejo de fazer a contribuição sindical. O valor a ser descontado é referente a um dia de trabalho e será feita uma única vez, na folha de pagamento do mês de maio.

As contribuições pagas pelos trabalhadores são a principal forma de sustentação do Sindicato. Os gastos para a atividade sindical em todo o Estado, nas dezenas de empresas do ramo, dependem do recebimento dessas contribuições.

Por que ajudar?

Manter uma estrutura sindical tem custos. Mensalmente, o Sindicato dos precisa pagar os gastos de manutenção da sede e dos espaços de lazer, aluguel das subsedes, transporte e os salários dos funcionários. Nos custos também são incluídos os materiais de comunicação, como site e a impressão de jornais e boletins, custos para a realização de assembleias, bem como a contratação de profissionais das áreas jurídicas, de saúde e comunicação, de forma a garantir a qualidade e eficiência nos serviços prestados.

É importante que o trabalhador saiba que até os patrões possuem sindicatos, onde eles discutem seus interesses. É contra eles que também lutamos, fazendo o enfrentamento de ideias e impedindo a retirada de direitos. Dessa forma, precisamos estar em pé de igualdade.

Como fazer?

Para contribuir com o Sindicato, basta se dirigir ao RH da sua empresa e solicitar o documento de autorização do desconto, que será feito em folha de pagamento. Os profissionais do setor irão entregar um documento no qual será preciso assinar, atestando o interesse de contribuir por livre vontade.

O valor a ser descontado é referente a um dia de trabalho e será feita uma única vez, na folha de pagamento do mês de maio.

Lembre-se: o Sindicato é um direito de todo o trabalhador, garantido por tratados (leis) internacionais. Portanto, nenhum patrão tem o direito de tentar impedir a organização dos trabalhadores. Caso se sinta perseguido por manifestar o interesse de contribuir, entre em contato com a gente no (11) 3312-7777.

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Com lucro recorde e planos de expansão, Nadir Figueiredo ignora os trabalhadores

Categoria vidreira precisa lutar ao lado do Sindicato para garantir reposição no vale alimentação, no Programa de Participação de Resultados e outros direitos

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Em 2020, a receita da Nadir Figueiredo cresceu 12,7%, para R$ 894 milhões, com lucro líquido de R$ 138,8 milhões. Tal resultado fez com que a empresa decidisse voltar a negociar suas ações na bolsa de valores.

Já em dezembro do ano passado, a empresa comprou a Cristar TableTop, empresa no segmento de vidro de mesa na Colômbia. Tal movimento mostra que a Nadir, que se diz líder na América Latina em produtos de consumo com foco em utilidades domésticas de vidros, quer disputar o mercado de vidros pelo mundo. Atualmente, ela já exporta para mais de 120 países.

Em São Paulo, também foi adquirido um novo terreno para a construção de um novo imóvel que abrigará esse projeto de expansão.

No entanto, toda essa prosperidade não chega aos trabalhadores e as trabalhadoras que fazem a Nadir alcançar esses bons resultados.

Há anos não vemos nenhum tipo de atitude que valorize os que suam as camisas na fábrica. Uma vergonha!

São sete anos sem reajuste no vale-alimentação, mesmo com a inflação subindo a todo momento. O plano de convênio médico atual é triste, pois demora para marcar qualquer tipo de consulta ou exame e achar um local próximo ou de fácil acesso. Sem contar que retornar no mesmo médico é uma missão quase impossível, dificultando o acompanhamento do caso.

O Programa de Participação de Resultados (PPR) não tem aumento significativo, mesmo diante dos lucros da Nadir. É um absurdo, inclusive, que uma comissão interna aprove o valor – em outras empresas do ramo, a negociação pode ser feita pela comissão interna, mas é o Sindicato, a legítima representante da categoria, quem aprova o valor junto aos trabalhadores na porta da fábrica.

A luta dos vidreiros e das vidreiras só traz resultados com a união da categoria. Para isso, é importante fortalecer o Sindicato para que ele tenha igualdade de força junto às empresas.

O trabalhador precisa participar das assembleias realizadas na porta da fábrica e de outras atividades convocadas pelo Sindicato. Só assim haverá força suficiente para brigar por melhorias.

Procure o representante sindical na sua empresa e faça parte do Sindicato dos Vidreiros do Estado de São Paulo. Junt@s, somos mais fortes!

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Convenção Coletiva dos Vidreiros em 2022 está disponível no Sindicato

Cartilha contendo todas as cláusulas está sendo distribuída nas portas das fábricas de vidros

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Vidreiros e vidreiras do estado de São Paulo já podem ter a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria, referente ao ano de 2022. O material impresso está sendo distribuído aos trabalhadores na porta das fábricas de vidros e quem tiver interesse no material, pode procurar o Sindicato para ter acesso.

A cartilha contém 68 cláusulas que devem ser cumpridas e respeitadas pelos patrões, além de 3 recomendações. Após intensa negociação e assembleias nas portas das fábricas, a CCT foi aprovada em 12 de dezembro de 2021com reajuste de 10,96% para quem ganha até R$7.720,91 e para quem ganha acima deste valor, soma-se um valor fixo de R$ 846,21. Já o Piso de Admissão por 60 (sessenta) dias da categoria agora é de R$1.584,22 e o Piso Normativo de R$ 1.745,48.

Com a crise política e econômica do Brasil em 2021, nossa Convenção Coletiva é uma importante conquista, pois garante uma reposição de acordo com a inflação.

O ano passado, inclusive, foi de intenso trabalho sindical na categoria vidreira, com dezenas de atividades realizadas no sentido de fortalecer nossa capacidade de organização e negociação, além da luta pela manutenção dos direitos frente a tantas reformas que enfraqueceram os trabalhadores e as trabalhadoras. Além disso, a pandemia de covid-19 seguiu fazendo vítimas em meio a uma desastrosa política de saúde conduzida pelo governo federal.

Em 2022, o Sindicato completa 89 anos de existência e de compromisso com a classe trabalhadora, sendo uma das entidades sindicais mais antigas do país. E isso é motivo de orgulho para nós, pois alcançar essa idade enfrentando situações diversas no Brasil é sinal de que caminhamos do lado certo. Neste ano, continuaremos na luta contra as perdas dos direitos e, com a proximidade das eleições, nossa entidade não irá se omitir, pois entende ser fundamental a participação e atuação política da classe trabalhadora nesse processo - já que serão eleitos representantes que podem mudar os rumos de nossas vidas e histórias.

Para isso, contamos com a colaboração de tod@s os vidreiros e as vidreiras para que, junt@s, continuemos essa peleja. Participe das assembleias e mantenha-se informado por meio do nosso site (www.vidreiros.org.br) e nas redes sociais sobre a situação da categoria.

Se não faz parte do Sindicato, filie-se a ele, pois a união torna nossa entidade muito mais forte. Se já é filiado ou filiada, mostre ao seu colega de trabalho o quanto é importante a sindicalização.

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Confira se você tem direito e como receber o abono do PIS que já começou a ser pago

Abono que pode chegar a um salário mínimo (R$ 1.212) começou a ser pago na terça (8) e vai até dia 31 de março, de acordo com o mês de nascimento. Confira como receber e quem tem direito

TEXTO: ROSELY ROCHA/CUT

Confira se você tem direito e como receber o abono do PIS

 

Começou na terça-feira (8) o pagamento do abono salarial para cerca de cerca 23,08 milhões de trabalhadores, num total de R$ 21,046 bilhões, oriundos do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).

Terão direito ao abono o trabalhador que exerceu sua função com registro em carteira assinada pelo menos 30 dias em 2020, com remuneração mensal de até dois salários mínimos (R$ 2.424).

O valor a ser recebido é de até um salário mínimo (R$ 1.212) e depende do tempo que tenha trabalhado no ano. Cada mês trabalhado equivale a 1/12 de salário mínimo no valor do benefício, sendo que o período igual ou superior a 15 dias contará como mês integral. Veja abaixo o cálculo.

Os pagamentos vão até o dia 31 de março dependendo da data de aniversário do trabalhador. Nesta terça recebem os nascidos em janeiro. O pagamento do PASEP aos servidores públicos terá outras datas. Confira abaixo o calendário do PIS e do PASEP.

Para ter direito o trabalhador precisa:

-Estar cadastrado no PIS/PASEP há pelo menos cinco anos;

-Ter recebido remuneração mensal média de até dois salários mínimos (R$ 2.224) durante o ano-base;

-Ter exercido atividade remunerada para Pessoa Jurídica, durante pelo menos 30 dias, consecutivos ou não, no ano-base considerado para apuração;

-Ter seus dados informados pelo empregador (Pessoa Jurídica) corretamente na Relação Anual de Informações Sociais (RAIS)/eSocial.

Os beneficiários nascidos nos meses de janeiro a junho, e os trabalhadores dos municípios afetados pelas chuvas nos estados da Bahia e de Minas Gerais, já podem consultar informações sobre o benefício nos seguintes canais: App CAIXA Tem; App CAIXA Trabalhador e Atendimento CAIXA ao Cidadão 0800 726 0207

Pelos canais do Ministério do Trabalho e Previdência, todos os trabalhadores já podem realizar consultas sobre o Abono Salarial, assim como, esclarecer dúvidas relativas ao processamento das informações sociais do trabalhador (RAIS/eSocial), identificação, concessão, valor do benefício e calendário de pagamentos. São eles:

- Aplicativo Carteira de Trabalho Digital

- Portal www.gov.br

- Telefone 158

O pagamento do Abono Salarial pode ser realizado:

- Por crédito em conta CAIXA, quando o trabalhador possui conta corrente ou poupança ou Conta Digital;

- Por crédito pelo CAIXA Tem, em conta poupança social digital, aberta automaticamente pela CAIXA;

- Nos caixas eletrônicos, nas Casas Lotéricas e nos Correspondentes CAIXA Aqui utilizando o Cartão Social e senha;

- Em agência da CAIXA, apresentando um documento oficial de identificação.

* Fonte: CEF

Consulte as datas de pagamento do Calendário do Abono Salarial do PIS/PASEP

Calendário do pagamento do abono salarial (PIS)

Mês de nascimento             Recebem a partir de        

Janeiro                                  08/02/2022

Fevereiro                               10/02/2022

Março                                    15/02/2022         

Abril                                      17/02/2022         

Maio                                      22/02/2022         

Junho                                    24/02/2022         

Julho                                     15/03/2022         

Agosto                                   17/03/2022        

Setembro                               22/03/2022                              

Outubro                                 24/03/2022

Novembro                              29/03/2022

Dezembro                              31/03/2022

O último dia de pagamento para todos que deixaram de receber na data prevista é 29 de dezembro de 2022.

Confira as datas de pagamento do PASEP pagos pelo Banco do Brasil:

Final da inscrição  - Data do pagamento

0                                     15 de fevereiro

1                                     15 de fevereiro

2                                     17 de fevereiro

3                                     17 de fevereiro

4                                     22 de fevereiro

5                                     24 de fevereiro

6                                      15 de março

7                                      17 de março

8                                      22 de março

9                                      24 de março

O último dia de pagamento para todos que deixaram de receber na data prevista é 29 de dezembro de 2022

Valores a receber

Quem trabalhou um mês recebe R$ 101,00

Dois meses: R$ 202,00

Três meses: R$ 303,00

Quatro meses: R$ 404,00

Cinco meses: R$ 505,00

Seis meses: R$ 606,00

Sete meses: R$ 707,00

Oito meses: R$ 808,00

Nove meses: R$ 909,00

Dez meses: R$1.010,00

Onze meses: R$ 1.111,00

Doze meses: R$1.212,00

O último dia de pagamento para todos é 29 de dezembro de 2022

Entenda a diferença entre abono salarial e PIS

O Fundo PIS/PASEP é até hoje confundido porque o tributo pago pelas empresas ao Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT), para pagamento do abono salarial e do seguro desemprego, é originário do PIS.

O economista Clovis Scherer, que assessora da CUT no Conselho do Fundo de Garantia (Codefat)  explicou que o abono do PIS ficou no imaginário popular e até hoje os benefícios são confundidos. Uma coisa é o abono salarial que a pessoa tem direito a sacar anualmente. Outra coisa é o valor do Fundo PIS/PASEP que está à disposição de quem tem direito.

Com a extinção do Fundo, os governos passaram a manter esse dinheiro sendo corrigido com juros para que não perca o valor.